LDI
Laboratório de Design de Interação - Univali

Um garoto está testando o jogo desenvolvido pela turma do CAU

Menina testa o jogo desenvolvido pela turma no Grupo Escolar Carlos de Paula Seara

Crianças em atividade de jogo com o Base 3

Um garoto está testando o jogo desenvolvido pela turma do CAU

Menino testa o jogo Dinobase, instalado no totem desenvolvido pelo LAMMO

Oficina de criação de jogos com Scratch

Criança avalia o jogo Dr. Baguncinha

Menino testa o jogo Dinobase, instalado no totem desenvolvido pelo LAMMO

Design experimental do jogo Desafio do Carteiro

Meninas do GE Carlos de Paula Seara testam o jogo desenvolvido pela turma

Formação de professoras durante evento em Florianópolis, SC

Design experimental do jogo Desafio do Carteiro
Jogo Dr Baguncinha
O jogo Dr Baguncinha foi concebido no âmbito do projeto "Tecnologias Assistivas Digitais: inovação e acessibilidade em jogos digitais para pessoas com necessidades especiais", coordenado pela profa. Dra. Regina C. L. Hostins e recebeu apoio da FAPESC - Fundação de Amparo a Pesquisa e Inovação no Estado de Santa Catarina.
O jogo Dr Baguncinha tem como objetivo trabalhar habilidades cognitivas de pensamento, elaboração de conceitos e classificação fundadas em complexos sistemas de relações lógico-verbais. O jogador deve identificar o elemento que não faz parte do conjunto, conquistar estrelas (pontos) e liberar os próximos roteiros, que aumentam em nível de complexidade, para zerar o jogo.
Trata-se de um jogo digital baseado no método de classificação, notadamente na prova do Quarto Excluído proposto por Luria (1987), psicólogo russo que trabalha com a abordagem histórico-cultural de aprendizagem. A prova do Quarto excluído consiste em apresentar quatro palavras/objetos, pedindo ao sujeito que, escolha dentre eles três, que possam ser incluídos em um mesmo conceito ou nomeados por uma mesma palavra e exclua o quarto. Ex.: régua, livro, caneta e avião. O grupo é de materiais escolares, ou seja, o quarto componente excluído é o avião, que não pertence a essa categoria ou ao grupo. A resolução desta tarefa indicará a presença neste sujeito do pensamento categorial, tão necessário nos processos de escolarização e inclusão social.
A versão atual do jogo foi implementada no projeto "Adequação de acessibilidade em jogos digitais: redesign e reimplementação do jogo “Dr. Baguncinha”, no qual foi feito o redesign do jogo após avaliação no trabalho de conclusão de curso de Matheus Locattelli. A nova versão busca ampliar a acessibilidade e compreensibilidade do jogo.

Como jogar
No cenário de um quarto desarrumado o jogador deve ajudar o Dr Baguncinha e arrumar o quarto de uma criança escolhendo os objetos que podem ficar juntos e os que devem ser excluídos por não pertencerem aquele grupo.
Para auxiliar na organização do quarto foram montados três roteiros com cartas destacando os objetos a serem analisados e selecionados, os quais apresentam relações de complexidade que gradativamente se ampliam. Os roteiros contam com fases de 1 a 9. São apresentadas 4 cartas por fase sendo 3 pertencentes a uma categoria e a quarta não. Para concluir a fase, o jogador deve selecionar a carta excluída e tem um limite de 3 cliques até acertar. De acordo com a pontuação obtida o jogador conquista estrelas que funcionarão como chaves para destrancar novos roteiros e vencer novos desafios.
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